
Talvez você tenha chegado até aqui e esteja se perguntando:
“Tudo bem, acho que realmente preciso de terapia… Mas como funciona a terapia para ansiedade? Será que existe um tratamento para o meu caso?”
A resposta é sim, existe. E quero te explicar como esse processo acontece comigo.
1. Sessão de avaliação
Nosso primeiro encontro é dedicado a compreender a sua história e a forma como a ansiedade tem impactado a sua vida.
Mesmo que você já chegue dizendo que sofre com ansiedade, cada pessoa vive essa experiência de um jeito. Por isso, preciso entender quais são os prejuízos que ela tem causado na sua rotina, nos seus relacionamentos, no trabalho e na sua qualidade de vida.
Também conversaremos sobre a sua trajetória, momentos importantes da sua vida, seus recursos, suas potencialidades e aquilo que ainda funciona bem. Além disso, esse primeiro contato é uma oportunidade para nos conhecermos e verificar se você se sente confortável comigo. A relação terapêutica é fundamental para o tratamento, então fique tranquilo: se perceber que não se identificou com a minha forma de trabalhar, você tem total liberdade para não continuar.
2. Definição de objetivos
Depois da avaliação, vamos definir juntos onde você deseja chegar com a terapia.
Afinal, sem um objetivo claro, é como a Alice no País das Maravilhas: qualquer caminho serve. E eu não quero que você invista seu tempo sem direção.
Por isso, estabelecemos metas claras, realistas e alcançáveis, para que você consiga perceber sua evolução ao longo do processo.
3. Plano de tratamento
Com base nos seus objetivos e nas informações da avaliação, elaboro um plano de tratamento totalmente personalizado.
Isso significa que as sessões são estruturadas de acordo com as suas necessidades, respeitando o seu momento e o seu ritmo.
4. Treinamento de habilidades
A terapia não acontece apenas durante os 50 minutos da sessão.
Meu papel é ensinar você a desenvolver habilidades para lidar melhor com a ansiedade no dia a dia. Você aprenderá estratégias práticas de regulação emocional, formas de identificar e modificar pensamentos disfuncionais e técnicas baseadas na Terapia Cognitivo-Comportamental para enfrentar as situações que hoje geram sofrimento.
5. Automonitoramento
Ao longo do processo, utilizamos ferramentas para acompanhar sua evolução.
Elas ajudam você a desenvolver maior consciência sobre suas emoções, pensamentos e comportamentos, além de facilitar a aplicação das estratégias aprendidas na terapia no seu cotidiano.
6. Alta terapêutica
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a terapia não foi feita para durar para sempre.
Ela tem início, meio e fim.
Meu objetivo é que, ao final do tratamento, você tenha autonomia para lidar com os desafios da vida, reconheça seus padrões, saiba utilizar as estratégias aprendidas e não dependa de mim para enfrentar as dificuldades.
Em outras palavras, quero que você se torne o seu próprio terapeuta e siga a vida com mais segurança, equilíbrio e confiança.
Se você sente que e exatamente disso que precisa, entre em contato, será um prazer fazer parte da sua jornada.
Com carinho Giovana Bandeira- Psicóloga Clínica